Atualização forçada do Live Messenger leva usuário a ressuscitar ICQ

Campanha na internet sugere abandonar o mensageiro da Microsoft; download obrigatório teria sido necessário para cobrir brechas de segurança.

A última atualização obrigatória do mensageiro instantâneo da Microsoft tem levado uma parcela dos usuários a defender a volta do velho ICQ, que já foi líder no Brasil no fim da década de 1990.

A atualização do Windows Live Messenger foi exigida pela Microsoft entre o fim de outubro e o início de novembro, e quem não concordasse não poderia mais usar o software. Aparentemente, foi quando um grupo articulado de internautas deu início à campanha “Revitalização do ICQ”.

Em mensagem enviada a grupos de discussão, os defensores da ideia argumentam que muitos não conseguiram mais usar o mensageiro da Microsoft depois da atualização. “Meus amigos baixaram o ICQ e hoje minha lista está cheia de amigos novamente”, diz a mensagem enviada a grupos de discussão na internet.

Correção de brechas

A equipe responsável pelo Windows Live Messenger já havia explicado em seu blog, em 27/8, que os usuários das versões 8.1, 8.5 e 14.0 seriam obrigados a atualizar o software para cobrir vulnerabilidades. O prazo máximo para atualização foi marcado para o fim de outubro.

A vulnerabilidade afetava o Active Template Library (ATL) e poderia permitir a execução de código remoto, o que abriria espaço para a ação de criminosos.

Um dos argumentos para voltar ao ICQ, segundo a mensagem, seria a facilidade de instalação. “O ICQ tem no máximo 5 MB e o MSN, 20 MB”, compara.

Atualmente na versão 6.5, o ICQ está disponivel em 16 idiomas, incluindo o português. A instalação, no entanto, já não é tão magra: requer 50 MB de espaço em disco e Flash 9 instalado. A empresa ICQ é controlada atualmente pelo portal americano Aol.

Fonte: UOL  Tecnologia

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